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terça-feira

Psicodinâmica das cores em Marketing

A utilização da cor numa campanha de Marketing, não é escolhida de animo leve. As cores fazem parte da vida de cada um de nós, e no marketing é necessário saber utilizá-las de forma a que a mensagem chegue ao consumidor da forma prevista.
Uma campanha, ou um produto, uma marca ou algo que contenha cor quando vem "para a rua", tudo foi pensado ao pormenor, pensando em toda a estratégia e a cor, não é escolhida em função do gosto do Marketeer, mas sim na mensagem que a empresa quer passar.

As empresas sabem as cores que vendem e aquelas que se devem evitar a todo o custo, ou seja, a cor pode ajudar a construir um negócio.

Por exemplo:

Vermelho: Esta cor é considerada como cor primária que se refere às necessidades básicas como comer, vestir, proteger e abrigar. Tem uma imagem forte e activa.

Branco: É uma cor de fundo a utilizar, pois é muito boa para que as outras cores, se tornem intensas fortes e a realçar. Numa marca ela passa uma imagem esterilizada e de limpeza.
Laranja: É uma cor alegre e agitada, faz com que o cliente consuma mais. Boa para utilizar em restaurantes, por exemplo.
Amarelo: É uma cor muito utilizada, a meu ver às vezes mal utilizada, pois esta cor atrai os olhos e de alguma forma estimula os nervos. Às vezes pode causar é danos pois pode aumentar o nível de ansiedade e da tensão arterial, a pessoa é então obrigada a tomar decisões por impulso ou espontaneas, por vezes, por causa desta pressão, desistem sem perceberem porquê.
E muitas, muitas e muitas outras cores são utilizadas...

Se se pesquisar, no google, encontra-se variadíssimas interpretações das cores, e de muitas mais cores, e até de todas as que existem e outras inventadas, se é que isso é possível.
De uma forma geral, de alguma forma o contexto acaba por ajudar o consumidor a perceber o significado.

Ora vejamos:
Porque é que o diabo é vermelho e a coca-cola também? Haverá relação?

Sabe-se que no Oriente, o vermelho é conseguido de fontes naturais para extrair este pigmento, mas já no Ocidente isso não é assim.

Será que sabem que o Brasil se chama Brasil, porque lá crescia árvores de nome "Pau-Brasil" de onde extraiam líquido vermelho para tingir os tecidos? Claro que só os Reis e os nobres, vestiam com essa cor, e ela foi sempre associada a riqueza, poder.

Então e... a coca-cola e o diabo?

O diabo não é o simbolo da tentação? Pois a coca-cola é a tentação dentro de uma garrafa ...

domingo

Embalagem especial de natal da Coca-cola


A Coca-cola desenvolveu esta embalagem, especial, a parecer-se com a barriga proeminente do Pai-Natal.
O objectivo é que no final de se consumir, aproveitar-se as garrafas como efeite da árvore de Natal. Esta ideia, já utilizada no ano passado, este ano foi ampliada para a Sprite e Coca-Cola Diet.
As embalagens podem ser encontradas na rede americana WalMart e no eBay.

quarta-feira

5 sentidos na loja Bershka


No âmbito da disciplina Comportamento do Consumidor, da Licenciatura em Gestão de Marketing do IPAM - Marketing School for Business, de Aveiro, no dia 24 de Maio de 2007 realizei uma observação da loja Bershka no Forum em Aveiro.

Observei o seguinte e tendo em linha de conta o apelo aos 5 sentidos:

.A loja Bershka é muito iluminada (artificialmente), o que faz com que se destaque, quem passa de fora, mesmo num dia de sol. As roupas são muito coloridas e estavam dispostas por cores. Tinha música alta de ritmo acelerado. Todos os preços mais baixos, estavam em grande destaque, a partir dos 3.95€, em locais estratégicos da loja, estando rodeados de peças de preços mais elevados.
Também se verificou, que a Bershka, utiliza estratégias de marketing para chamar atenção dos seus clientes, e tem em atenção os sentidos:
.
Tacto: Esta é a forma mais intensa de e imediata para conhecer e explorar o mundo. A Bershka tem todas as suas roupas e acessórios a um nível acessível, onde se é permitido e quase que apelativo, contactar e tocar em cada peça. Têm em noção e sabem o quão é importante o “ter na mão”, o prazer e o poder que dá segurar e experimentar, que faz com que permita desenvolver a imaginação e o sentimento de posse, para além da confiança que transmite em conhecer melhor o produto.
O Tacto também faz parte da avaliação do produto, o consumidor pega na peça de roupa ou de bijouteria antes de a comprar.

Audição: Outro sentido também muito importante. A Bershka têm sempre música alta de batimentos rápidos, faz com que as compras sejam de decisão mais rápida.
A música pode funcionar como elemento persuasor, ainda que já seja utilizada como enriquecedora. Estudos concluíram que há um aumento das respostas emocionais via respostas corporais e batimentos cardíacos (considerados como duas manifestações fisiológicas de uma resposta emocional), devido à influência da música.


Visão: É através da visão que a maioria dos consumidores entende, a mensagem e os valores que a marca quer transmitir.
A Bershka com a sua extrema iluminação, traz vida à loja, aliada à música e a interacção das cores, que quase que cheiravam a verão com cores frescas e claras, fazem atrair consumidores, determinando o seu estado de espírito.
A Loja tem focos de preços baixos, rodeados por outros mais altos, também é uma forma de chamar atenção e fazer com que os clientes, não deixem de visitar nenhum dos cantos.

Olfacto: Subestimado pela Bershka, é o segundo sentido mais poderoso e pode estabelecer ligações emocionais. Talvez se apostassem mais neste sentido, veriam aumentar o valor dispendido por cada cliente.

Paladar: Um outro sentido, muitas vezes esquecidos. Neste caso, a Bershka tinha um balão de vidro com rebuçados, para adoçar a boca de quem lá entrasse.
Esta atitude da Berskha também se pode dizer que é uma forma de interacção entre cliente e empregadas, que dão a face à marca e à loja.
Para ENGEL et all, (1995) a comida é uma forma de troca social, e que em muitas culturas está envolvida em significados especiais e diferentes, pelo que é uma boa oportunidade de interacção social e cultural.

As sensações podem fazer com que tenham o poder de transportar um consumidor para outras dimensões, fantasias e imaginação, assim como recordações, nas quais se sentem confortáveis e seguras.

Classe Social


Quando efectuamos um estudo, é quase sempre necessário aferir a classe social do consumidor e como obtemos uma classe social?

A classe é o resultado das características que um individuo possui e que os outros indivíduos da sociedade desejam e às quais atribuem um grande valor. A educação, a ocupação, a possessão de propriedades influenciam a posição social. A posição social desde a classe mais baixa (aqueles que têm poucos ou nenhuns dos factores socio-económicos desejados pela sociedade), até à classe mais alta, que possui muitas das características socio-económicas consideradas pela sociedade como desejáveis e de status elevado. Os indivíduos com diferentes posições sociais geralmente têm diferentes necessidades e padrões de consumo.
Segundo SOLOMON (2002) todas as sociedades podem ser grosseiramente divididas em “tem” e “não tem” (embora às vezes ter, seja uma questão de grau)”.
O facto dos membros de cada classe social terem um conjunto único de comportamentos faz com que este conceito se torne relevante para os especialistas de marketing.
As classes sociais se tornam determinantes para o mercado, pois o comportamento dentro delas pode determinar o poder de decisão de compra de todo o grupo.
Os membros de uma mesma classe social partilham certos valores, atitudes e comportamentos por possuírem características socio-económicas similares; contudo, não constituem um grupo em termos formais, nem se reúnem nem comunicam com tal.
As classes sociais apresentam contudo cinco características fundamentais:
Existem vários critérios que procuram medir as classes sociais, mas nenhum deles tem aceitação universal; o de maior aceitação é a classificação ABCD, que tem o rendimento como único indicador:
· Classe A ® Alta
· Classe B ® Média Alta
· Classe C ® Média Baixa
· Classe D ® Baixa
A classificação ABCD pode igualmente fazer-se tendo como indicador a profissão/ ocupação.
Aos profissionais de Marketing interessa determinar se as diferenças entre classes sociais dão lugar a comportamentos de compra diferenciados, o que se comprova na maior parte dos casos, tanto no tipo de produtos que adquirem como na forma e locais de aquisição.

Líders de Opínião


No Post anterior falou-se em grupos de referência, e dentro desse grupo de referência falou-se em líders de opinião, parece-me pertinente, neste tópico, aprofundar um pouco e esclarecer o que são e qual o papel de um Líder de Opinião.
Dentro dos grupos sociais, cada um dos indivíduos desempenha uma função, um papel. São estes papéis que determinam o grau de influência entre os indivíduos.
Pode-se distinguir uma certa hierarquia de influência na estrutura interna do grupo. As pessoas com capacidade de influir no comportamento de outros são os líderes de opinião.
Os líderes de opinião caracterizam-se por ser mais entusiastas, inteligentes, seguros de si mesmos ou dominantes que o resto do grupo, para além de transmitir essa segurança e um sentimento de desinteresse pessoal. São os que fixam as normas do grupo, tanto por uma posição superior no que se refere a conhecimentos, como pela sua posição laboral, suas atitudes de domínio e reconhecimento público.

Grupos de referência




Para CHURCHILL & PETER (2000) os grupos de referência são aqueles grupos de pessoas que influenciam os pensamentos, os sentimentos e os comportamentos do consumidor.
Um grupo de referência é um conjunto de indivíduos que influem no comportamento de duas ou mais pessoas, que se identificam com eles por alguma razão. Dentro destes distinguimos entre os grupos primários, nos quais existe uma interacção directa e contínua com um carácter informal; e os secundários, onde a interacção é menos continuada com um carácter mais formal.
A utilidade destes grupos para o marketing, vem fundamentalmente da existência de líderes de opinião, os quais têm uma grande força de persuasão sobre os consumidores. Isto deve-se ao facto destas personagens terem alcançado o êxito e um prestígio reconhecido entre os consumidores.

terça-feira

Comportamento do Consumidor - Atitude

Quando se fala em estudar o Comportamento do Consumidor e de acordo com SOLOMON (2002) é fundamental que se entenda o que o consumidor gosta e o que não gosta.
É a esse conjunto de impressões que se dá o nome de atitude, que, de acordo com o autor, poderia mais formalmente ser descrita como uma avaliação geral feita pelo consumidor.
Podemos definir atitude como a predisposição para responder de uma forma consciente (favorável ou desfavoravelmente) a um objectivo ou a conjuntos de objectivos.
O conceito de atitude foi entretanto ampliado, realçando-se o seu aspecto multidimensional, ou seja, considerando-se as atitudes constituídas por três componentes: as crenças (cognitivo), a valorização (afectivo) e a tendência para a actuação (comportamental).
As atitudes evoluem ao longo do tempo, através, de um processo de aprendizagem, e são afectadas por influências familiares e de grupos sociais (a que se pertence ou a que se pretende pertencer), pela informação recebida, pela experiência e pela personalidade.

quarta-feira

Cara nova no blog - a transformação

Hoje o blog sofreu a sua primeira transformação, mudaram-se as cortinas, pintou-se a sala e todas as outras divisões.

Convidou-se alguns colegas do ISCAA da Universidade de Aveiro, para no âmbito da disciplina de Internet Marketing, aumentar o número de visitas e fazer uma mascote para o blog.

Os colegas são a Ana Isabel, a Graciela, o Ricardo e o André que comigo, frequentam a pós-graduação em Marketing.

O objectivo a que nos propomos até Fevereiro de 2010 é aumentar o número de visitantes em 100% e triplicar o número de páginas visitadas.

Para isso, iremos recorrer ao auxilio das Redes Sociais (Twitter, Hi5, Facebook, LinkedIn) e E-mails para os amigos, familia e quejandos.

Hoje

sábado

Os 5 sentidos no Marketing




Aproveitar e estimular os sentidos, potenciando uma ligação emocional entre o consumidor e a marca é um objectivo a alcançar pelas empresas.
É também uma forma de diferenciação no mercado que proporciona experiências únicas e vividas exclusivamente pelo consumidor. Essas experiências transformam-se num acto agradável do qual o consumidor retira prazer e diversão.
Despertar os sentidos humanos é uma forma mais intensa, directa e eficaz de comunicar, e embora sejam um meio decisivo para captar informações preponderantes no ponto de vista do consumidor, não são verdadeiramente aproveitados e explorados no âmbito das lojas, do produto, do embrulho, do design e da publicidade.
Em termos de importância, a visão destaca-se no primeiro lugar, e em segundo lugar o olfacto, e só depois se encontra a audição, paladar e, por fim, o tacto.
Apesar de todos os sentidos serem importantes, a maior parte da comunicação de marketing é dedicada à visão e apenas uma pequenina parte aos restantes quatro sentidos.

sexta-feira

Bershka - Um fenómeno entre os adolescentes



Efectuou-se uma análise da marca, da loja e do comportamento do consumidor da marca. Realizou-se uma observação dos consumidores na loja e um inquérito.

Através dos inquéritos, efectuados à porta da loja Bershka, no fórum em Aveiro, verificou-se que todos os inquiridos eram do sexo feminino, 70% solteiras, com idades compreendidas entre os 13 e os 39 anos, sendo que a maior frequência é dos 13 aos 18 anos. Como profissão/ocupação eram na sua maioria estudantes e com habilitações literárias ao nível do ensino secundário.
Relativamente à Bershka, a grande maioria das inquiridas demonstrou ter uma atitude favorável face à marca, sendo ainda de referir que a maior parte das inquiridas pertence à classe média alta e alta.
Quando cruzamos dados como classe social com o motivo que levam a comprar na Bershka, tem-se resultados no mínimo interessantes, a classe alta e média alta, responde que vão à Bershka porque os preços são acessíveis a classe média e baixa, dizem, na sua maioria que compram devido ao estilo próprio e definido da marca que combina com elas próprias estando no primeiro caso presentes necessidades básicas e no segundo necessidades de estima, tal como foram apresentados por Maslow, quase que permitindo afirmar que a classe baixa preocupa-se mais com a percepção que os outros têm dela e que a classe alta não tem, pelo menos aparentemente, essa preocupação.
Quanto ao com quem fazem as compras, é também de referenciar, que a classe alta e média alta, vão, na sua maioria com a família enquanto que as restantes preferem os amigos na hora de escolher e comprar roupa. Mais uma vez se evidencia a importância do grupo na selecção da roupa e a presença dos pais/família talvez para efectuar o pagamento, uma vez que a maioria dos nossos inquiridos são estudantes e como tal sem rendimento.
Verifica-se também que não compram pela qualidade dos produtos em si, mas sim pelo preço, ou seja necessidades fisiológicas e também pelo estilo da roupa.

A Berskha apresenta-se como uma marca económica que permita estar na moda, a preços acessíveis e portanto agrada às diversas classes sociais, ainda que possa ser por motivos diferentes, isto é motivos básicos e motivos de estima e reconhecimento.
Estudo publicado na integra em:

quinta-feira

Social Media Marketers Declare Success - eMarketer



As redes sociais têm-se transformado num meio de comunicação importantíssimo, prova disso é o estudo realizado e divulgado pela e-Marketer

Social Media Marketers Declare Success - eMarketer

Disneyland Paris - fracasso inicial


Em 1992, com ajuda do governo francês, a Eurodisney abre as portas ao público, a uns escassos 32 km de Paris. Previa-se ser a maior atracção turística da Europa e proporcionaria 10 mil postos de trabalho. Tóquio abre uns anos antes, a “Tokyo Disneyland”, em 1982 e teve 10 milhões de visitantes, logo no primeiro ano. Como a WaltDisney era a maior detentora de participação, convenceu os investidores do infalível sucesso do parque de diversões.
Mas o inesperado aconteceu e a Eurodisney Resort, revelou-se um cataclismo cultural. E os quase 11 milhões de turistas previstos ficaram-se apenas por 500 mil.
A Eurodisney é um reino mágico, representa o mundo da fantasia, dos sonhos e da diversão, então porquê o fracasso da Eurodisney, se a WaltDisney era uma das maiores e mais reconhecidas marcas mundiais?!

O fracasso inicial da Eurodisney deve-se ao facto de não ter sido feito uma adaptação de estratégias às características do mercado europeu. Preferiram fazer uma réplica dos outros parques temáticos dos EUA, na França. Existem muitas diferenças como por exemplo, o nível económico, o nível de vida, o poder de compra, os gostos e hábitos e diferentes valores e culturas. A cultura americana e a cultura francesa chocaram por estas serem opostas.
Uma marca por mais conhecida que seja, precisa sempre de estudos de mercados, que nos permitam analisar a cultura e o meio onde queremos inserir o produto, obrigada assim a definir uma estratégia de marketing mais adequada ao país onde vai actuar.

quarta-feira

Hairtz Cabeleireiro - Coragem de Inovar


A CORAGEM DE INOVAR PESSOAS E ESTILOS


Num mercado tão vasto e saturado, como o dos cabeleireiros, a “Hairtz Cabeleireiros” (do Alex e da Ana), decidiu, como estratégia de marketing, um grande desafio que é primorar pela diferença. No país em que vivemos, com elevado grau de “aversão ao risco”, que não premeia nem ousa fazer, deparamo-nos com um trabalho inovador e sem medo de ser diferente. Abriram agora um novo espaço lindíssimo e inovador.
E que melhor estratégia de marketing poderá haver sem ser o inovar com ousadia e surpreender o consumidor? Só assim se alcança as metas estratégicas de propaganda.

terça-feira

Liderança Poder e Autoridade


Há muito tempo que se cai na tentação de confundir, a liderança, poder e autoridade.

Afinal são áreas totalmente diferentes, mas que se interligam e se relacionam na perfeição. Vejamos: A Liderança mobiliza, o Poder influencia e a Autoridade ordena.

A Liderança contém uma certa “mística” dos heróis que mobilizam as tropas com o seu grito triunfal…

Como constato não é só o grito que atrai as pessoas, mas sim, quando o líder entende as necessidades, medos, desejos, pontos de vista do outro, e é aí que começa uma liderança forte e segura.

A Liderança é um processo de observação, aprendizagem e de desenvolvimento e não um lugar só para alguns “sortudos” ou “abençoados” com a espada de Merlin.

A Liderança tem características fortes e pode ser conseguida com sacrifício e algum treino. Algumas das características importantes são a humildade, auto-domínio, lealdade, capacidade para motivar elementos de um grupo, entre muitos outros.

É preciso referir que há muitos estilos de lideranças e cada um com aspectos positivos e negativos, aliás como em tudo.

Quanto ao Poder, esse é um dom desejado por todos, torna-se por vezes “mágico” e “sedutor”, no entanto, pode ter o seu lado escuro também.

É uma força que domina, que influencia com a habilidade de impor sem alternativas.

Algumas das características que se obtêm com o poder é a visibilidade, a relevância, as relações de negócios...

Verifico no entanto que a distância entre a Liderança e o Poder pode ser ínfima.

A autoridade, essa não é mais que aceitação das ordens, desde que seja compreendida e esteja dentro das funções do subordinado, o que, dentro da pressão, obedece a qualquer ordem.

Ela é limitada pelo tempo de duração do cargo e pelo local onde ela esteja a ser exercida. Não é preciso treinos nem livros para exercer autoridade, basta-lhe o lugar…
Existe uma relação entre poder e autoridade sem dúvida, mas também se pode diferenciar e comparar ambas: Enquanto o poder força as pessoas a fazer algo que de outro modo não fariam, a autoridade leva as pessoas a fazer algo que estas mesmas não querendo acabam por fazer devido a legalidade que a autoridade tem.