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domingo

Novo Focus Ford

Segue uma acção de Marketing Viral, um anúncio televisivo, muito giro do Novo Focus Ford.

Quando perguntamos às mulheres, o que querem elas de um carro, a resposta é sem dúvida SEGURANÇA (na sua grande maioria). Pois a Focus criou um anúncio, que não sendo uma ideia nova, porque parece copiado do filme "Doidos Por Mary", muito engraçado, onde se percebe muito bem a sensação de SEGURANÇA , que a Ford pretende transmitir.

A ideia é muito válida, e o cãozinho acaba por ser a estrela principal. ;)

quarta-feira

O Nexus da Google



Chegou aos EUA o Nexus One da Google. Este novo aparelho da gigante da internet veio fazer concorrênca ao iPhone da Apple no novo mercado emergente. Curiosamente, em Wall Street, as acções do Google críam 0,36% para 624,51 dólares.

domingo

Embalagem especial de natal da Coca-cola


A Coca-cola desenvolveu esta embalagem, especial, a parecer-se com a barriga proeminente do Pai-Natal.
O objectivo é que no final de se consumir, aproveitar-se as garrafas como efeite da árvore de Natal. Esta ideia, já utilizada no ano passado, este ano foi ampliada para a Sprite e Coca-Cola Diet.
As embalagens podem ser encontradas na rede americana WalMart e no eBay.

segunda-feira

Campanha original "Find a Cure Before I Grow UP"




Campanha contra o cancro de mama, e como todas as campanhas, a originalidade é a ponte mais curta para a obtenção do sucesso da mesma.
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*Contra o Cancro (LPCC).
Cancro da mama mata quatro mulheres por dia em Portugal
"Todos os dias são detectados 13 novos de casos de cancro da mama e em Portugal morrem diariamente quatro a cinco mulheres», afirmou Mário Bernardo, coordenador do programa de exames de rastreio do cancro da mama na zona sul do país promovido pela LPCC desde 1997"

Publicidade em cartões de embarque


As marcas e a forma como tentam chegar junto do consumidor é uma inovação constante. É o caso da companhia aérea Ryanair que vai passar a exibir publicidade nos cartões de embarque. Esta medida permite à companhia a obtenção de mais receitas enquanto que para as marcas torna-se numa forma de chegar a mais consumidores.

domingo

Sony Ericsson aposta nas redes sociais para o Mundial

A Sony Ericsson diz-se uma empresa consciênte e por isso diz que utilizando sites como facebook e twitter atinge mais fácilmente o seu público. Quer também evitar a convencional e dispendiosa publicidade na televisão, apostando desta forma nas redes sociais nesta primeira incursão como uma das patrocionadoras do Mundial 2010 em África do Sul.

Quem afirma a estratégia é o diretor de marketing da Sony Ericsson, Calum MacDougall, numa entrevista à Reuters.

sábado

Agências de notícias BATIDAS pelas Redes Sociais

"Quem estivesse no Facebook ou no Twitter na madrugada de quinta-feira ficaria rapidamente mais bem informado sobre o sismo do que quem estivesse dependente da televisão." notícia adiantada pelo Diário de Notícias de hoje.
Na madrugada de quinta-feira, fui acordada por uma pessoa de família, estudante em Coimbra, a contar-me o que tinha sentido. Um sismo tinha abalado o quarto onde vive.
Ainda me ri, e brinquei com ela, sugeri que tinha sido algum camião que tivesse passado, ou um sonho mais ou menos violento. Na televisão, nada se estava a dizer ... meio baralhada assentiu e foi dormir.
Só na manhã seguinte começaram as notícias. Afinal era verdade ... o maior sismo em 40 anos fora sentido.
Só aí me dei ao trabalho de ir à net e pesquisar, e como o Jornal de Notícias notícia hoje, as redes sociais, estavam repletos de relatos do sismo, e de testemunhos provando desta forma que as redes sociais foram mais rápidas a dar a notícia do que qualquer canal de informação existente. No meu próprio twitter estavam relatos do sismo pouco tempo depois de terem acontecido.
No fínal da notícia do DN diz algo que demonstra isto muito bem:
"Ontem, no Twitter, comentava um utilizador, sardonicamente: "'Foi o sismo mais intenso dos últimos 40 anos', dizem na SIC, RTP1, TVI. Mas eles só o sentiram muitas horas depois". "

quarta-feira

Classe Social


Quando efectuamos um estudo, é quase sempre necessário aferir a classe social do consumidor e como obtemos uma classe social?

A classe é o resultado das características que um individuo possui e que os outros indivíduos da sociedade desejam e às quais atribuem um grande valor. A educação, a ocupação, a possessão de propriedades influenciam a posição social. A posição social desde a classe mais baixa (aqueles que têm poucos ou nenhuns dos factores socio-económicos desejados pela sociedade), até à classe mais alta, que possui muitas das características socio-económicas consideradas pela sociedade como desejáveis e de status elevado. Os indivíduos com diferentes posições sociais geralmente têm diferentes necessidades e padrões de consumo.
Segundo SOLOMON (2002) todas as sociedades podem ser grosseiramente divididas em “tem” e “não tem” (embora às vezes ter, seja uma questão de grau)”.
O facto dos membros de cada classe social terem um conjunto único de comportamentos faz com que este conceito se torne relevante para os especialistas de marketing.
As classes sociais se tornam determinantes para o mercado, pois o comportamento dentro delas pode determinar o poder de decisão de compra de todo o grupo.
Os membros de uma mesma classe social partilham certos valores, atitudes e comportamentos por possuírem características socio-económicas similares; contudo, não constituem um grupo em termos formais, nem se reúnem nem comunicam com tal.
As classes sociais apresentam contudo cinco características fundamentais:
Existem vários critérios que procuram medir as classes sociais, mas nenhum deles tem aceitação universal; o de maior aceitação é a classificação ABCD, que tem o rendimento como único indicador:
· Classe A ® Alta
· Classe B ® Média Alta
· Classe C ® Média Baixa
· Classe D ® Baixa
A classificação ABCD pode igualmente fazer-se tendo como indicador a profissão/ ocupação.
Aos profissionais de Marketing interessa determinar se as diferenças entre classes sociais dão lugar a comportamentos de compra diferenciados, o que se comprova na maior parte dos casos, tanto no tipo de produtos que adquirem como na forma e locais de aquisição.

terça-feira

Comportamento do Consumidor - Atitude

Quando se fala em estudar o Comportamento do Consumidor e de acordo com SOLOMON (2002) é fundamental que se entenda o que o consumidor gosta e o que não gosta.
É a esse conjunto de impressões que se dá o nome de atitude, que, de acordo com o autor, poderia mais formalmente ser descrita como uma avaliação geral feita pelo consumidor.
Podemos definir atitude como a predisposição para responder de uma forma consciente (favorável ou desfavoravelmente) a um objectivo ou a conjuntos de objectivos.
O conceito de atitude foi entretanto ampliado, realçando-se o seu aspecto multidimensional, ou seja, considerando-se as atitudes constituídas por três componentes: as crenças (cognitivo), a valorização (afectivo) e a tendência para a actuação (comportamental).
As atitudes evoluem ao longo do tempo, através, de um processo de aprendizagem, e são afectadas por influências familiares e de grupos sociais (a que se pertence ou a que se pretende pertencer), pela informação recebida, pela experiência e pela personalidade.

quarta-feira

Cara nova no blog - a transformação

Hoje o blog sofreu a sua primeira transformação, mudaram-se as cortinas, pintou-se a sala e todas as outras divisões.

Convidou-se alguns colegas do ISCAA da Universidade de Aveiro, para no âmbito da disciplina de Internet Marketing, aumentar o número de visitas e fazer uma mascote para o blog.

Os colegas são a Ana Isabel, a Graciela, o Ricardo e o André que comigo, frequentam a pós-graduação em Marketing.

O objectivo a que nos propomos até Fevereiro de 2010 é aumentar o número de visitantes em 100% e triplicar o número de páginas visitadas.

Para isso, iremos recorrer ao auxilio das Redes Sociais (Twitter, Hi5, Facebook, LinkedIn) e E-mails para os amigos, familia e quejandos.

Hoje

sábado

Os 5 sentidos no Marketing




Aproveitar e estimular os sentidos, potenciando uma ligação emocional entre o consumidor e a marca é um objectivo a alcançar pelas empresas.
É também uma forma de diferenciação no mercado que proporciona experiências únicas e vividas exclusivamente pelo consumidor. Essas experiências transformam-se num acto agradável do qual o consumidor retira prazer e diversão.
Despertar os sentidos humanos é uma forma mais intensa, directa e eficaz de comunicar, e embora sejam um meio decisivo para captar informações preponderantes no ponto de vista do consumidor, não são verdadeiramente aproveitados e explorados no âmbito das lojas, do produto, do embrulho, do design e da publicidade.
Em termos de importância, a visão destaca-se no primeiro lugar, e em segundo lugar o olfacto, e só depois se encontra a audição, paladar e, por fim, o tacto.
Apesar de todos os sentidos serem importantes, a maior parte da comunicação de marketing é dedicada à visão e apenas uma pequenina parte aos restantes quatro sentidos.

quinta-feira

Social Media Marketers Declare Success - eMarketer



As redes sociais têm-se transformado num meio de comunicação importantíssimo, prova disso é o estudo realizado e divulgado pela e-Marketer

Social Media Marketers Declare Success - eMarketer

Disneyland Paris - fracasso inicial


Em 1992, com ajuda do governo francês, a Eurodisney abre as portas ao público, a uns escassos 32 km de Paris. Previa-se ser a maior atracção turística da Europa e proporcionaria 10 mil postos de trabalho. Tóquio abre uns anos antes, a “Tokyo Disneyland”, em 1982 e teve 10 milhões de visitantes, logo no primeiro ano. Como a WaltDisney era a maior detentora de participação, convenceu os investidores do infalível sucesso do parque de diversões.
Mas o inesperado aconteceu e a Eurodisney Resort, revelou-se um cataclismo cultural. E os quase 11 milhões de turistas previstos ficaram-se apenas por 500 mil.
A Eurodisney é um reino mágico, representa o mundo da fantasia, dos sonhos e da diversão, então porquê o fracasso da Eurodisney, se a WaltDisney era uma das maiores e mais reconhecidas marcas mundiais?!

O fracasso inicial da Eurodisney deve-se ao facto de não ter sido feito uma adaptação de estratégias às características do mercado europeu. Preferiram fazer uma réplica dos outros parques temáticos dos EUA, na França. Existem muitas diferenças como por exemplo, o nível económico, o nível de vida, o poder de compra, os gostos e hábitos e diferentes valores e culturas. A cultura americana e a cultura francesa chocaram por estas serem opostas.
Uma marca por mais conhecida que seja, precisa sempre de estudos de mercados, que nos permitam analisar a cultura e o meio onde queremos inserir o produto, obrigada assim a definir uma estratégia de marketing mais adequada ao país onde vai actuar.

quarta-feira

Hairtz Cabeleireiro - Coragem de Inovar


A CORAGEM DE INOVAR PESSOAS E ESTILOS


Num mercado tão vasto e saturado, como o dos cabeleireiros, a “Hairtz Cabeleireiros” (do Alex e da Ana), decidiu, como estratégia de marketing, um grande desafio que é primorar pela diferença. No país em que vivemos, com elevado grau de “aversão ao risco”, que não premeia nem ousa fazer, deparamo-nos com um trabalho inovador e sem medo de ser diferente. Abriram agora um novo espaço lindíssimo e inovador.
E que melhor estratégia de marketing poderá haver sem ser o inovar com ousadia e surpreender o consumidor? Só assim se alcança as metas estratégicas de propaganda.

terça-feira

Portugal no seu melhor


Um estudo realizado em 135 países, pelo Banco Mundial, sobre as condições reais de vida das empresas, publicado pela Prémio, informa-nos que Portugal foi dos países que mais melhorias fez para as empresas se desenvolverem, mas que, ainda assim, continua tendo uma das piores economias da União Europeia.
Portugal está entre as 10 nações do mundo que mais reformas implementou (em 1º lugar encontra-se a Eslováquia.), para melhorar o ambiente de evolução de uma empresa: flexibilizou as leis laborais, reformou a acção executiva e consolidou os Centros de Formalidades de Empresas, diminuiu o tempo de cobrança de dividas não pagas e melhorou os níveis de informação de crédito.
No entanto, mantém ainda uma grande rigidez no que diz respeito à relação com os trabalhadores, nomeadamente nos horários e nas formas contratuais, o que faz com que também haja grandes barreiras à contratação.

Há necessidade de implementar uma maior abertura nesta relação, e no que diz respeito ao despedimento: Um trabalhador em Portugal, com 20 anos de casa, recebe 94 vezes mais que um em Singapura.
Portugal tem ainda demasiadas burocracias, uma conjuntura de legislações laborais e um nó tributário que oprimem a actividade empresarial, resultando numa obstrução à criação de empregos por um lado, e incentivando a economia paralela, por outro.
Segundo o estudo, demoramos demasiado tempo para abrir e fechar uma empresa, comparativamente com outros países, nomeadamente a Irlanda, o que faz com que brotem menos novos projectos.
Portugal tem também, para agravar, uma grande morosidade quando toca a rapidez na cobrança de dívidas. Esta justiça, morosa e ineficaz, repele os investidores, que nos são tão importantes, nomeadamente os estrangeiros.

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Em suma, apesar dos esforços desenvolvidos, em Portugal, para implementar novas reformas, que visam o melhoramento da progressão económica, há ainda, um longo caminho a percorrer de simplificação de burocracias e flexibilização da legislação laboral.
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Portugal tem vindo a ter uma estratégia económica errada, desde o “condicionamento industrial” salazarista juntamente com o actual sistema educativo medíocre, falta de quadros qualificados, com sectores públicos paternalistas , mas que, mesmo assim é um dos países com uma das mais elevadas dinâmicas de progresso. Aumentamos o nosso produto, aproximamo-nos dos países ricos, temos mais médicos que muitos países ricos, a mortalidade e o analfabetismo estão cada vez mais a diminuir.
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Ora com tal quadro, é quase inverosímil o facto do país estar em tão forte desenvolvimento. Como seria se tivéssemos as mesma oportunidades, que outros países têm?

Liderança Poder e Autoridade


Há muito tempo que se cai na tentação de confundir, a liderança, poder e autoridade.

Afinal são áreas totalmente diferentes, mas que se interligam e se relacionam na perfeição. Vejamos: A Liderança mobiliza, o Poder influencia e a Autoridade ordena.

A Liderança contém uma certa “mística” dos heróis que mobilizam as tropas com o seu grito triunfal…

Como constato não é só o grito que atrai as pessoas, mas sim, quando o líder entende as necessidades, medos, desejos, pontos de vista do outro, e é aí que começa uma liderança forte e segura.

A Liderança é um processo de observação, aprendizagem e de desenvolvimento e não um lugar só para alguns “sortudos” ou “abençoados” com a espada de Merlin.

A Liderança tem características fortes e pode ser conseguida com sacrifício e algum treino. Algumas das características importantes são a humildade, auto-domínio, lealdade, capacidade para motivar elementos de um grupo, entre muitos outros.

É preciso referir que há muitos estilos de lideranças e cada um com aspectos positivos e negativos, aliás como em tudo.

Quanto ao Poder, esse é um dom desejado por todos, torna-se por vezes “mágico” e “sedutor”, no entanto, pode ter o seu lado escuro também.

É uma força que domina, que influencia com a habilidade de impor sem alternativas.

Algumas das características que se obtêm com o poder é a visibilidade, a relevância, as relações de negócios...

Verifico no entanto que a distância entre a Liderança e o Poder pode ser ínfima.

A autoridade, essa não é mais que aceitação das ordens, desde que seja compreendida e esteja dentro das funções do subordinado, o que, dentro da pressão, obedece a qualquer ordem.

Ela é limitada pelo tempo de duração do cargo e pelo local onde ela esteja a ser exercida. Não é preciso treinos nem livros para exercer autoridade, basta-lhe o lugar…
Existe uma relação entre poder e autoridade sem dúvida, mas também se pode diferenciar e comparar ambas: Enquanto o poder força as pessoas a fazer algo que de outro modo não fariam, a autoridade leva as pessoas a fazer algo que estas mesmas não querendo acabam por fazer devido a legalidade que a autoridade tem.

O Engulho dos Recursos Humanos

Temos vindo a ouvir falar, desde 2005, que, como estratégia de marketing, se pretende “modernizar a administração pública”, mas será isso possível quando uma empresa, seja ela pública ou privada, não valoriza o seu capital humano e não há um consenso ao nível da gestão dos Recursos Humanos?
É impossível alcançar bons resultados financeiros, de produtividade e de tecnologia, sem valorizar as pessoas que nela trabalham. Os Recursos Humanos são favoráveis à motivação das pessoas, levando-as a contribuírem e a comprometerem-se com a excelência do desempenho e dos resultados organizacionais.